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Argumentos contrários às ações afirmativas para a população negra são maioria na mídia brasileira

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De 3 a 5 de março, 38 pessoas, entre pesquisadores e representantes de organizações da sociedade civil, vão ao Supremo Tribunal Federal apresentar pontos de vista a respeito das ações afirmativas no ensino superior, questionadas por uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) pelo Partido Democratas (leia mais aqui).

 

Com o avanço das políticas de ação afirmativa nas universidades brasileiras na última década, os veículos de comunicação do país passaram a tratar do tema mais intensamente - em geral, posicionando-se de forma contrária a essa política. 

 

João Feres Júnior, coordenador do Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa (GEMAA) do Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro e um dos inscritos para apresentação na audiência do STF, abordou a cobertura da mídia com relação às cotas no artigo “Ação Afirmativa: Política Pública e Opinião”, originalmente publicado na Revista Sinais Sociais, em 2008. No texto, Feres examina e “desconstrói” os principais argumentos contrários às cotas veiculados pela imprensa.

 

De acordo com Feres, apesar de haver diversos programas para candidatos de escolas públicas e programas para povos indígenas, a maioria dos textos sobre ação afirmativa que aparecem na mídia concentra-se somente nos programas para negros.

 


Leia a versão na íntegra aqui.

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